perdi-me nos caminhos de quem sou,
pois só me deste o chão da tua ausência...
Num sonho que partiu... E não voltou....
Quando foi tanto amor, sem reticência...
Quando minh’alma, em ti, se derramou...
E tu brincaste, sem dó ou clemência,
com esse amor, que tão somente amou...
Enlouqueci, pensei ser vã, a vida,
roguei aos céus, na morte ter guarida...
Rasguei o verso, a rima... Feneci.
Mas recebi do Infindo a grande graça,
e agora, na saudade que me enlaça,
percebo que sofri... Porque vivi!
- Patricia Neme -

Muito belo querida amiga. Muitos parabéns por este espaço maravilhoso para as tuas lindissimas poesias! Beijo no coração.
ResponderExcluirComo sempre, minha querida amiga, seus trabalhos poéticos são de alto nível. Seus sonetos são impecáveis tanto no texto quanto na perfeição.
ResponderExcluirBeijos.
Sá de Freitas