que o teu olhar brincava em murmurar?
O meu temor de te entender foi tanto...
Penso que ao homem, cabe o cortejar...
Cabe a palavra, com sabor de encanto,
o gesto terno, pronto a aconchegar;
cabe o sussurro de suave acalanto...
Cabe tão mais... Que simplesmente olhar!
Mas não ousaste... E sequestrou-me o vento,
levou-me longe, junto ao sofrimento
que apaga sonhos, cores e fragrância.
Nada disseste... Que nos resta agora?
O esquecimento... Ou, sem qualquer demora,
dizer adeus a toda essa distância?
- Patricia Neme -

Que lindo soneto, Patrícia! Também, nem poderia deixar de ser...
ResponderExcluir"Mas não ousaste... E sequestrou-me o vento,
levou-me longe, junto ao sofrimento
que apaga sonhos, cores e fragrância".
Este eu não conhecia.
Abeaço, querida.
Beijos.
oi Patricia,
ResponderExcluirGosto do jeito com que atuas no mundo com o poder da sensibilidade,das coisas que não são coisas,do amor benvindo,da paz essencial,do entender tentando.Neste 11/do 11 de 2011 quero compartilhar esta generosa luz que nos conduz por caminhos semelhantes,tão soltos em desenhos no espaço,libertas de nós mesmas somos também o caminho.com imenso AMOR
Cris
Querida Pat!!! sei que deveria vir visitá-la com mais frequência, mas estou "atolada" de serviço rssssss, final de ano é um "doidera", mas não esqueço nunca de vc.
ResponderExcluirAh! estou levando comigo esse belíssimo soneto para publicação no CLIP rssssssss
beijão