que me conduz pelas veredas do infinito,
onde transponho o meu limite e me desvendo
ante mim mesma, ante o que sou... Qual foi escrito...
Senhor dos dias... Do que é bom... Do que é horrendo...
Que me ama em êxtase; ou em meu passo proscrito;
seja eu um trapo, vil retalho, vão remendo...
Quando agradeço ou, revoltada, em ira, grito...
Deus, que eu não sei porque dá morte aos meus amados...
Por que sonhei... E os sonhos foram tão truncados?
Mas És meu Deus e eu Te amo tanto, meu Senhor...
Eu não Te entendo, eu não me entendo... O que é a vida?
Fala comigo, me responde... Ando aturdida...
Me conta, enfim, por que viver, traz tanta dor!
- Patricia Neme -

Parabéns, moça! Uma bela prece, um desabafo, um pedido de colo. Amei!
ResponderExcluirBeijo da
Genaura Tormin