Lembro da mãe... E me perco em saudade.
Mulher guerreira, de alma plena, aberta
para guardar, em si, a humanidade.
Vida sofrida, de ventura incerta,
vida de entrega, de amor e humildade.
De Deus não teve a graça que liberta
e padeceu, sem dó e sem piedade.
Mas contemplava os céus com olhar terno...
Como a dizer àqu'Ele que é eterno,
que Lhe ofertava todo o seu perdão.
Que Lhe era grata por cada momento,
mesmo profundo fosse o sofrimento...
Ela O acolhia no seu coração.
- PAT -
Feliz Natal, Mãe!

Lindo esse soneto e a foto é muito bonita também. Natal é feito de magia e saudade...
ResponderExcluirFeliz Natal, Pat!